Como se proteger de crimes na ‘dark web’

A cada 17 segundos um brasileiro é vítima de tentativa de fraude pela internet. O Brasil tem mais de 25 milhões de dados violados e ocupa a quinta posição mundial de vazamentos de informações, segundo dados do Serasa Consumidor.

A cada 17 segundos um brasileiro é vítima de tentativa de fraude pela internet. O Brasil tem mais de 25 milhões de dados violados e ocupa a quinta posição mundial de vazamentos de informações, segundo dados do Serasa Consumidor.

Os criminosos podem roubar identidade e utilizar dados pessoais para abrir contas em bancos e realizar compras. Também é possível usar os dados para fazer declarações falsas de impostos, alugar ou comprar imóveis e carros, roubar patrimônios, entre outros.

Segundo o Serasa Consumidor, os perfis mais propensos a sofrerem fraudes financeiras são pessoas entre 36 e 45 anos, com renda de dois a quatro salários mínimos e que moram nas regiões Sudeste e Nordeste do país.

O levantamento do Serasa Consumidor aponta que 63% dos usuários pesquisados tomam algum cuidado em sua navegação para evitar o desvio de seus dados. Entre os entrevistados, 41% dizem usar e atualizar antivírus com frequência, 20% afirmam que só navegam em sites confiáveis, 5% procuram ao máximo não expor nenhum dado na internet, 4% não salvam nenhuma senha, dados pessoais ou financeiro.

A equipe do Serasa aconselha também outros cuidados adicionais como acompanhar extrato bancário, ficando atento a transações desconhecidas; evitar compartilhar dados pessoais por e-mail e/ou rede sociais, como nome completo, CPF e conta bancária; substituir as senhas atuais por outras mais eficientes, exclusivas e seguras. “Use letra maiúscula, minúscula, números e dígitos especiais, como @, #, etc”, recomenda o Serasa Consumidor.

Outra recomendação é não repetir a mesma senha em vários serviços utilizados. Se uma senha for roubada, o criminoso terá acesso a tudo. Também pede atenção a e-mails de origem desconhecida, especialmente com alertas sobre dívidas.

Outra sugestão é desconfiar de ligações que solicitem a confirmação de dados pessoais, principalmente senhas bancárias. Também sugere checar a confiabilidade de um site antes de fazer qualquer compra on-line.

Fonte: Valor Econômico