{"id":2847,"date":"2015-12-02T06:50:21","date_gmt":"2015-12-02T09:50:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.campal.com.br\/site\/app\/webroot\/blog\/?p=2847"},"modified":"2015-12-02T06:50:21","modified_gmt":"2015-12-02T09:50:21","slug":"por-que-tanta-gente-estuda-ingles-mas-quase-ninguem-consegue-fluencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/por-que-tanta-gente-estuda-ingles-mas-quase-ninguem-consegue-fluencia\/","title":{"rendered":"Por que tanta gente estuda ingl\u00eas mas quase ningu\u00e9m consegue flu\u00eancia?"},"content":{"rendered":"<div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" alt=\"\" src=\"http:\/\/image.portaladministra.netdna-cdn.com\/_assets\/modules\/noticias\/noticia_106946.jpg?v=1448890883\" width=\"384\" height=\"272\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0O conhecimento na l\u00edngua inglesa \u00e9 um dos principais fatores eliminat\u00f3rios em processos seletivos. Os candidatos, cientes dessa realidade, ingressam cada vez mais em cursos presenciais e on-line, a fim de aprimorar o idioma. Mesmo assim, na \u201chora H\u201d, poucos t\u00eam o desenvolvimento necess\u00e1rio e exigido. Diante desse panorama, fica a d\u00favida: \u201cPor que tanta gente faz Ingl\u00eas, mas poucos s\u00e3o fluentes?\u201d.<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa pergunta foi tema de estudo realizado pelo Nube \u2013 N\u00facleo Brasileiro de Est\u00e1gios, entre 2 e 13 de novembro de 2015, com 7.306 jovens de 15 a 26 anos, em todo o Brasil. Para a grande maioria, ou seja, 58,09% (4.244 votantes), a &#8216;dificuldade de praticar a l\u00edngua fora da escola&#8217; foi o principal motivo para o baixo dom\u00ednio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na vis\u00e3o de Rafaela Gon\u00e7alves, analista de treinamento do Nube, na verdade, a falta de disciplina e o pouco est\u00edmulo \u00e0 busca de conhecimentos extras s\u00e3o problemas recorrentes no dia a dia de muitos. Isso j\u00e1 \u00e9 um grande obst\u00e1culo. \u201cAdministrar melhor o tempo \u00e9 o segredo para essa pr\u00e1tica se tornar vi\u00e1vel. \u00c9 preciso encaixar na rotina, h\u00e1bitos de estudo capazes de facilitar a compreens\u00e3o. Isso deve ocorrer, de prefer\u00eancia, durante o lazer, para ser mais prazeroso\u201d, afirma. A dica \u00e9 separar alguns momentos para ouvir as aulas, assistir filmes legendados e depois, sem a tradu\u00e7\u00e3o, ouvir m\u00fasicas e ent\u00e3o procurar traduzi-las com o dicion\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, para 13,30% (972), outro fator \u00e9 o respons\u00e1vel pelo problema: &#8216;Os cursos pecam na did\u00e1tica, logo, n\u00e3o h\u00e1 incentivo para quem os realiza&#8217;. De acordo com a especialista, as escolas precisam realmente pensar em novos m\u00e9todos de ensino e investir em salas de ingl\u00eas diversificadas ainda no ensino fundamental. \u201cAlgumas institui\u00e7\u00f5es de ensino v\u00eam apresentando alternativas mais motivadoras, incluindo li\u00e7\u00f5es a dist\u00e2ncia, v\u00eddeos interativos, jogos de memoriza\u00e7\u00e3o e at\u00e9 estabelecendo rela\u00e7\u00f5es com alunos do exterior para a pr\u00e1tica de conversa\u00e7\u00e3o on-line\u201d, comenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em terceiro lugar, para 11,68% (853), tudo \u00e9 resultado de \u201cpura pregui\u00e7a e desinteresse, pois o brasileiro s\u00f3 estuda minutos antes da aula\u201d. Todavia, o desleixo nem sempre \u00e9 a justificativa correta. H\u00e1 de se fazer uma reflex\u00e3o ao ensino b\u00e1sico e perceber o fato dos deveres de casa j\u00e1 serem encarados como um transtorno pelos estudantes. \u201cDeveria ser algo positivo, pois \u00e9 a chance de aprender tamb\u00e9m fora do ambiente acad\u00eamico\u201d, ressalta Rafaela. Para ela, a mudan\u00e7a come\u00e7a na educa\u00e7\u00e3o familiar. \u201cPais e educadores precisam perceber como o est\u00edmulo atinge melhores resultados se comparado ao simples fato de obrigar as crian\u00e7as a \u201cengolirem\u201d informa\u00e7\u00f5es. Se isso muda, a displic\u00eancia reduz consideravelmente e o aprendizado aumenta\u201d, enfatiza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, para 8,8% (643) dos pesquisados, a baixa compreens\u00e3o da l\u00edngua ocorre porque muitos ingressam nos cursos \u201capenas por status, afinal virou moda estudar o idioma&#8217;, seguidos de outros 8,13% (594) crentes de \u201cAs pessoas n\u00e3o serem fluentes nem em Portugu\u00eas, imagine em Ingl\u00eas\u201d. De acordo com a analista, o dialeto se tornou universal, por isso, boa parte das comunica\u00e7\u00f5es s\u00e3o realizadas por meio dele. Logo n\u00e3o \u00e9 uma tend\u00eancia, mas sim uma necessidade geral o conhecimento por parte de todos. Fora isso, a car\u00eancia em nossa pr\u00f3pria ortografia \u00e9 real. Contudo, praticar mais a escrita e a leitura, de ambas as culturas, \u00e9 a chave para mudar essa realidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No mais, para aumentar o n\u00famero de proficientes na l\u00edngua, vale buscar escolas de acordo com suas necessidades, fazer aulas experimentais, olhar o material did\u00e1tico e se sentir bem com o m\u00e9todo de ensino. \u201cSe poss\u00edvel, fa\u00e7a um interc\u00e2mbio, pois essa \u00e9 uma das maneiras mais assertivas e r\u00e1pidas de ganhar flu\u00eancia\u201d, finaliza Rafaela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Administradores<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0O conhecimento na l\u00edngua inglesa \u00e9 um dos principais fatores eliminat\u00f3rios em processos seletivos. 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