{"id":6065,"date":"2021-06-24T17:56:53","date_gmt":"2021-06-24T20:56:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/app\/webroot\/blog\/?p=6065"},"modified":"2021-06-24T17:56:53","modified_gmt":"2021-06-24T20:56:53","slug":"stf-confirma-validade-da-inclusao-do-icms-e-do-issqn-na-base-de-calculo-da-cprb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/stf-confirma-validade-da-inclusao-do-icms-e-do-issqn-na-base-de-calculo-da-cprb\/","title":{"rendered":"STF confirma validade da inclus\u00e3o do ICMS e do ISSQN na base de c\u00e1lculo da CPRB"},"content":{"rendered":"\n<p>ALERTA LEGAL<\/p>\n\n\n\n<p>Alerta Legal edi\u00e7\u00e3o 05 \u2022 ano 2021<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8211; Exclus\u00e3o do ICMS<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O STF concluiu, na \u00faltima sexta-feira (18\/06\/2021), o julgamento do processo que discute a exclus\u00e3o do&nbsp;<strong>ICMS da base de c\u00e1lculo da CPRB &#8211; Contribui\u00e7\u00e3o Previdenci\u00e1ria sobre a Receita Bruta&nbsp;<\/strong>(RE 1.187.264 \u2013 Tema 1.048).<\/p>\n\n\n\n<p>O m\u00e9rito do recurso j\u00e1 havia sido julgado pelo STF em fevereiro deste ano, no sentido de que,&nbsp;<em>para a apura\u00e7\u00e3o da CPRB, o ICMS \u00e9 considerado uma receita da empresa e, desta forma, \u00e9 devida a sua exig\u00eancia na base de c\u00e1lculo da CPRB<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, os Ministros do STF entenderam n\u00e3o ser o caso de modular os efeitos da decis\u00e3o, os quais s\u00e3o desde j\u00e1 aplic\u00e1veis para todos os contribuintes optantes do regime, com ou sem a\u00e7\u00e3o judicial pr\u00f3pria. Ou seja, nem mesmo os contribuintes que ajuizaram a\u00e7\u00e3o antes do referido julgamento ter\u00e3o direito de excluir o ICMS da base da CPRB.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nossa opini\u00e3o, a decis\u00e3o \u00e9 contradit\u00f3ria com o entendimento firmado pelo STF no processo que discutiu a exclus\u00e3o do ICMS da base de c\u00e1lculo do PIS\/COFINS (RE 574.706 &#8211; Tema 69). Embora os dois recursos questionem contribui\u00e7\u00f5es para a seguridade social (CPRB e PIS\/COFINS) cuja regra \u00e9 o art. 195 da CF\/88, e que possuem a&nbsp;<em>mesma base de c\u00e1lculo<\/em>&nbsp;(receita bruta); surpreendentemente a maioria dos Ministros do STF entendeu v\u00e1lida a inclus\u00e3o do ICMS na base, sob a justificativa de que a CPRB \u00e9 um regime fiscal (benef\u00edcio) de ades\u00e3o opcional.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, tendo a empresa conclu\u00eddo que a sistem\u00e1tica da CPRB \u00e9 mais ben\u00e9fica e tendo optado por tal regime, deve se submeter \u00e0s suas regras, inclusive com a determina\u00e7\u00e3o de incluir o ICMS na base de c\u00e1lculo da CPRB.<\/p>\n\n\n\n<p>Para al\u00e9m das quest\u00f5es juridicas propriamente ditas, estas decis\u00f5es contradit\u00f3rias imp\u00f5e ainda mais buracracia \u00e0s empresas que, a cada per\u00edodo de apura\u00e7\u00e3o, dever\u00e3o apurar&nbsp;<em>um<\/em>&nbsp;faturamento\/receita para fins de PIS\/COFINS e&nbsp;<em>outro<\/em>&nbsp;faturamento ou receita para fins de CPRB.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8211; Exclus\u00e3o do ISSQN<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ainda no dia 18\/06\/2021, mas no bojo do RE 1.284.845, o STF julgou constitucional a inclus\u00e3o do&nbsp;<strong>ISSQN na base de c\u00e1lculo da CPRB<\/strong>&nbsp;(tema 1135), seguindo mesmo racioc\u00ednio aplicado para o ICMS.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, empresas prestadoras de servi\u00e7os e optantes pela CPRB devem apurar a base de c\u00e1lculo da referida contribui\u00e7\u00e3o sem excluir o ISSQN sobre o faturamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Alerta-se, por fim, que as empresas que obtiveram decis\u00f5es judiciais suspendendo a exigibilidade do ICMS\/ISSQN na base da CPRB tamb\u00e9m dever\u00e3o observar as teses fixadas pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Lauffer Advocacia e Assessoiria<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ALERTA LEGAL Alerta Legal edi\u00e7\u00e3o 05 \u2022 ano 2021 &#8211; Exclus\u00e3o do ICMS O STF concluiu, na \u00faltima sexta-feira (18\/06\/2021), o julgamento [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6066,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"iawp_total_views":0,"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[],"class_list":["post-6065","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-campal"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6065","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6065"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6065\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6066"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6065"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6065"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6065"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}