{"id":7628,"date":"2012-03-12T11:20:39","date_gmt":"2012-03-12T11:20:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.campal.com.br\/consultoria2\/?p=119"},"modified":"2012-03-12T11:20:39","modified_gmt":"2012-03-12T11:20:39","slug":"119-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/119-2\/","title":{"rendered":"Imposto de Renda dobra arrecada\u00e7\u00e3o em dez anos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>O volume de recursos que os brasileiros pagaram para o Le\u00e3o nos \u00faltimos dez anos aumentou 100%, enquanto a arrecada\u00e7\u00e3o dos demais setores da economia aumentou 72,21%<\/em><\/p>\n<div id=\"texto_noticias3\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><a title=\"Reten\u00e7\u00e3o na fonte inclui venda de im\u00f3veis, ve\u00edculos e outros rendimentos de trabalho\" href=\"http:\/\/jcrs.uol.com.br\/_arquivos\/88120_CIA_28710.jpg\" rel=\"lightbox\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" style=\"border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;\" title=\"Reten\u00e7\u00e3o na fonte inclui venda de im\u00f3veis, ve\u00edculos e outros rendimentos de trabalho\" src=\"http:\/\/jcrs.uol.com.br\/_arquivos\/88120_CIA_28710_thumb_medio.jpg\" alt=\"Reten\u00e7\u00e3o na fonte inclui venda de im\u00f3veis, ve\u00edculos e outros rendimentos de trabalho\" width=\"133\" height=\"199\" border=\"0\" \/><\/a><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">A arrecada\u00e7\u00e3o com Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e o Imposto de Renda Pessoa F\u00edsica (IRPF), que inclui venda de im\u00f3veis, ve\u00edculos e outros rendimentos de trabalho, foi de R$ 90,798 bilh\u00f5es em 2011. Em 2002, o montante tinha sido de R$ 44,953 bilh\u00f5es, considerando os valores ajustados pela infla\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a arrecada\u00e7\u00e3o total saltou de R$ 405,486 bilh\u00f5es em 2002 para R$ 698,320 bilh\u00f5es. Os dados s\u00e3o do levantamento da consultoria Ernst &amp; Young Terco, com base em dados da Receita Federal. Com isso, a fatia dos impostos de pessoas f\u00edsicas frente ao total arrecadado subiu de 11% para 13% entre 2002 e 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A boa not\u00edcia \u00e9 que a expans\u00e3o da renda e o crescimento da formaliza\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho puxaram essa alta do montante arrecadado dos brasileiros, com influ\u00eancia, claro, da defasagem da tabela do IR em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 infla\u00e7\u00e3o e da melhora na fiscaliza\u00e7\u00e3o. Nos \u00faltimos 15 anos, a diferen\u00e7a foi de 43,50%. Mas mesmo na passagem entre 2010 e 2011 &#8211; quando houve desacelera\u00e7\u00e3o no ritmo de crescimento da economia brasileira de 7,5% para 2,79%, segundo a pr\u00e9via estimada pelo Banco Central &#8211; a arrecada\u00e7\u00e3o de pessoas f\u00edsicas aumentou 10,61%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cH\u00e1 aumento da arrecada\u00e7\u00e3o dos impostos de pessoas f\u00edsicas. Temos mais pessoas pagando impostos por aumento de sal\u00e1rios e por mais emprego, j\u00e1 que cresceu o registro de empregos formais\u201d, diz o s\u00f3cio da Ernst &amp; Young Terco Carlos Henrique Martins Tonnus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de o governo ter conseguido ampliar o volume de recursos arrecadado, deixa para tr\u00e1s uma oportunidade de reduzir a carga tribut\u00e1ria para o brasileiro. Algumas medidas foram tomadas nos \u00faltimos anos &#8211; como a cria\u00e7\u00e3o de al\u00edquotas intermedi\u00e1rias e o reajuste da tabela do IR -, mas ainda aqu\u00e9m do que poderia ser feito, para alguns especialistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO momento ideal para reduzir carga tribut\u00e1ria \u00e9 exatamente quando a arrecada\u00e7\u00e3o sobe por outros fatores, como agora, em que h\u00e1 aumento de renda, de formaliza\u00e7\u00e3o do trabalho e da classe m\u00e9dia. Seria interessante alguma redu\u00e7\u00e3o de al\u00edquotas ou mudan\u00e7as nas faixas de contribui\u00e7\u00e3o, mas infelizmente n\u00e3o vejo disposi\u00e7\u00e3o do governo para reduzir gastos e permitir uma menor carga tribut\u00e1ria\u201d, diz Rubens Branco, diretor da Branco Consultores. \u201cO governo tem uma chance de ouro de fazer uma melhor pol\u00edtica fiscal, mas tem assistido de forma passiva ao aumento da carga tribut\u00e1ria\u201d, defende o professor do Ibmec-RJ Gilberto Braga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O analista de sistemas Eduardo Joelson \u00e9 um dos contribuintes que gostaria de ter algum al\u00edvio no Imposto de Renda. Descontado na fonte na al\u00edquota m\u00e1xima (27,5%), tenta reunir o m\u00e1ximo de recibos de gastos com sa\u00fade para ter alguma restitui\u00e7\u00e3o. No ano passado, teve um casal de filhos g\u00eameos e agora espera poder usar a dedu\u00e7\u00e3o do IR por dependente. \u201cNo Brasil, pagamos um Imposto de Renda alto e a contrapartida em bens e servi\u00e7os \u00e9 pequena. Acabo tendo que pagar por fora por servi\u00e7os como sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Joelson.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o diretor tribut\u00e1rio da Confirp Consultoria Cont\u00e1bil, Wellinton Mota, seria oportuno ser mais flex\u00edvel com o contribuinte, permitindo outras dedu\u00e7\u00f5es. \u201cExistem algumas incoer\u00eancias, como os limites por dependente e para educa\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o muito baixos e poderiam ser corrigidos.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Jornal do Com\u00e9rcio<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O volume de recursos que os brasileiros pagaram para o Le\u00e3o nos \u00faltimos dez anos aumentou 100%, enquanto a arrecada\u00e7\u00e3o dos demais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"iawp_total_views":0,"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[],"class_list":["post-7628","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-campal"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7628","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7628"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7628\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7628"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7628"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7628"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}