{"id":7907,"date":"2015-02-13T08:41:22","date_gmt":"2015-02-13T11:41:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.campal.com.br\/site\/app\/webroot\/blog\/?p=2200"},"modified":"2015-02-13T08:41:22","modified_gmt":"2015-02-13T11:41:22","slug":"7-ferramentas-faceis-de-usar-que-farao-a-diferenca-para-o-seu-negocio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/7-ferramentas-faceis-de-usar-que-farao-a-diferenca-para-o-seu-negocio\/","title":{"rendered":"7 ferramentas f\u00e1ceis de usar que far\u00e3o a diferen\u00e7a para o seu neg\u00f3cio"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.pensandogrande.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/8-caracteristicas-de-um-gestor.jpg\" width=\"346\" height=\"242\" \/>Planejar cada fun\u00e7\u00e3o de um produto ou servi\u00e7o pode tomar semanas \u2013 ou meses. Para um neg\u00f3cio nascente, o sucesso ou fracasso de uma pequena caracter\u00edstica pode dterminar a sobreviv\u00eancia, ou n\u00e3o, de todo o empreendimento. O Google Ventures, bra\u00e7o de investimentos em startups do Google, sistematiza e divulga processos testados com \u00eaxito que fazem com que empreendimentos consigam se viabilizar no mais curto espa\u00e7o de tempo. Braden Kowitz, que lidera o Google Ventures Design Studio, d\u00e1 uma lista de ferramentas \u00f3timas para desenhar um produto ou servi\u00e7o de forma mais barata, r\u00e1pida e certeira, no blog Gigaom e na biblioteca virtual da Google Ventures. Confira a seguir.<\/p>\n<p>1. INTERFACE RUDIMENTAR<br \/>\nOs empreendedores em geral imaginam que devem construir uma interface \u201credonda\u201d, com apar\u00eancia e fun\u00e7\u00f5es perfeitas, antes de mostr\u00e1-la aos consumidores. Mas, na realidade, pela experi\u00eancia do Google Ventures, \u00e9 bem melhor fazer algo rudimentar de in\u00edcio, como a constru\u00e7\u00e3o da sequ\u00eancia de algumas telas de site e, depois, uma vers\u00e3o clic\u00e1vel delas. Com os cliques dos consumidores, d\u00e1 para aprender muito \u2013 e quase instantaneamente \u2013 sobre o que funciona e o que deve ser descartado. Segundo Kowitz, \u00e9 prefer\u00edvel fazer esse tipo de teste antes de investir na constru\u00e7\u00e3o do design do produto ou servi\u00e7o. H\u00e1 softwares simples que ajudam a construir essas telas b\u00e1sicas, como o InVision e o Keynote.<br \/>\n2. PROT\u00d3TIPO<br \/>\nDepois de testar seu produto ou servi\u00e7o com uma interface rudimentar, vale a pena construir um prot\u00f3tipo que traga informa\u00e7\u00f5es mais fidedignas. Por exemplo, para a RetailMeNot, site que oferece cupons e c\u00f3digos de desconto em produtos e servi\u00e7os de diversas\u00a0 empresas, o Google Ventures desenhou em apenas dois dias prot\u00f3tipos de cupons a serem testados.\u00a0 Havia muitas falhas, mas foi o suficiente para perceber que metade das ideias n\u00e3o estava funcionando. O Google Ventures repetiu esse processo de constru\u00e7\u00e3o de prot\u00f3tipos tr\u00eas vezes at\u00e9 chegar num modelo adequado de desenho dos cupons.<br \/>\n3. ENTREVISTAS COM CONSUMIDORES<br \/>\nTalvez esta dica pare\u00e7a \u00f3bvia: melhor do que trabalhar no v\u00e1cuo \u00e9 ir at\u00e9 os consumidores para compreender o que eles querem exatamente. A quest\u00e3o \u00e9 como faz\u00ea-lo na pr\u00e1tica. Onde encontrar os potenciais consumidores com quem voc\u00ea possa conversar? E o que falar? O ideal \u00e9 escrever uma pesquisa curta, chamada screener, para recrutar as pessoas certas com quem voc\u00ea deve falar. Para fazer esse screener, pense em:<br \/>\n1) Com quem voc\u00ea gostaria de falar \u2013 e quem voc\u00ea gostaria de excluir de suas pesquisas<br \/>\n2) Quais crit\u00e9rios identificam aqueles com quem voc\u00ea gostaria de falar \u2013 e aqueles que voc\u00ea gostaria de excluir<br \/>\n3) Quais quest\u00f5es voc\u00ea faria para conseguir cumprir cada crit\u00e9rio de inclus\u00e3o e exclus\u00e3o.<br \/>\nPor exemplo, uma pesquisadora do Google Ventures queria estudar o aprimoramento de uma caracter\u00edstica do e-mail da empresa, o gmail. Ent\u00e3o, precisava falar com \u201cusu\u00e1rios ativos do gmail\u201d. Os crit\u00e9rios foram definidos da seguinte forma:\u00a0 \u201cusu\u00e1rio de gmail como conta priorit\u00e1ria de e-mail que recebe ao menos tr\u00eas mensagens por dia\u201d. Foram exclu\u00eddos da pesquisa \u2013 al\u00e9m de pessoas com menos 18 anos, que trabalham para competidores ou em \u00e1reas que s\u00e3o tecnicamente muito pr\u00f3ximas ao tema pesquisado \u2013 aqueles que compartilhavam suas contas de e-mail, tinham uma conta gmail h\u00e1 menos de seis meses ou checavam seu e-mail pelo celular.\u00a0 Para cada crit\u00e9rio, ent\u00e3o, a pesquisadora fez uma quest\u00e3o, de maneira n\u00e3o \u00f3bvia. Por exemplo, em vez de perguntar se a pessoa recebe ao menos tr\u00eas mensagens por dia e usa o gmail como conta priorit\u00e1ria, ela elaborou as quest\u00f5es da seguinte forma: \u201cQuantas mensagens de e-mail voc\u00ea recebeu ontem?\u201d e \u201cQual \u00e9 seu principal servi\u00e7o ou aplicativo de e-mail?<br \/>\nCom o screening, voc\u00ea pode selecionar cinco consumidores para entrevistas de uma hora. S\u00f3 cinco? Sim, de acordo com Jakob Nielsen, um dos maiores especialistas em usabilidade e diretor da Nielsen Norman Group. Fa\u00e7a um script que guie a conversa, considerando as seguintes dicas:<br \/>\n4. A CONCORR\u00caNCIA<br \/>\nAvaliar os pontos fortes e fracos da concorr\u00eancia faz parte de qualquer guia b\u00e1sico de empreendedorismo. No entanto, as opini\u00f5es que voc\u00ea e sua equipe t\u00eam de outros produtos e servi\u00e7os podem estar equivocadas. Procure olhar para os produtos e servi\u00e7os de competidores como prot\u00f3tipos gratuitos e observe como consumidores utilizam-nos, para aprender quais aspectos eles amam, ignoram e odeiam.<br \/>\nDeixe claro, de in\u00edcio, que voc\u00ea est\u00e1 interessado em aprender como o entrevistado usaria seu produto e servi\u00e7o, e que n\u00e3o ir\u00e1 ajud\u00e1-lo a responder as quest\u00f5es a n\u00e3o ser que n\u00e3o tenha mesmo jeito. Se, mesmo assim, ele fizer perguntas, procure responder gentilmente com mais perguntas, do tipo: \u201cComo voc\u00ea acha que isso funcionaria?\u201d, \u201cO que mais voc\u00ea tentaria fazer?\u201d, \u201cComo voc\u00ea procuraria ajuda para resolver esse problema?\u201d<br \/>\nProcure fazer quest\u00f5es abertas, que comecem com \u201cquem\u201d, \u201co que\u201d, \u201cquando\u201d, \u201conde\u201d, \u201cpor que\u201d e \u201ccomo\u201d \u2013 e evite perguntas que levem a respostas do tipo \u201csim\u201d ou \u201cn\u00e3o\u201d, como aquelas que come\u00e7am com \u201cvoc\u00ea iria\u201d, \u201cvoc\u00ea j\u00e1 \u201d, \u201c\u00e9 verdade que\u201d.<br \/>\nN\u00e3o se contente com a primeira resposta a sua pergunta. Pense em formas de explorar mais a respostas com quest\u00f5es como \u201cpor que?\u201d, \u201cquando?\u201d, \u201ccomo?, \u201cvoc\u00ea poderia me dar um exemplo?\u201d.<br \/>\nEvite que o entrevistado use hip\u00f3teses e generaliza\u00e7\u00f5es do tipo \u201cas pessoas pensam&#8230;\u201d, \u201ctodo mundo quer&#8230;\u201d, \u201ceu sempre&#8230;\u201d. Pe\u00e7a exemplos pessoais recentes.<br \/>\n5. O PRIMEIRO BOT\u00c3O<br \/>\nN\u00e3o vale a pena desenvolver uma fun\u00e7\u00e3o nova de produto ou servi\u00e7o sem antes ter uma ideia de se o consumidor vai realmente us\u00e1-la. Por isso, lance inicialmente apenas a primeira parte dessa nova fun\u00e7\u00e3o. Por exemplo, a Custom Made, uma startup que permite que as pessoas encomendem produtos personalizados, queria introduzir uma fun\u00e7\u00e3o para que os usu\u00e1rios pudessem salvar projetos de outras pessoas como inspira\u00e7\u00e3o. Em vez de gastar tempo e dinheiro para desenvolver todo o novo atributo, o Google Ventures, parceira da empresa, apenas colocou o primeiro bot\u00e3o e, ao ver a quantidade enorme de cliques, seguiu em frente nos investimentos da funcionalidade.<br \/>\n6. MICRO-PESQUISAS<br \/>\n\u00c9 c\u00f4modo mandar uma pesquisa a consumidores sem sair de sua sala de trabalho. Mas desenhar uma boa pesquisa n\u00e3o \u00e9 nada f\u00e1cil. Por isso, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 fazer uma micro-pesquisa restrita a um comportamento espec\u00edfico a ser estudado.<br \/>\nSe, por exemplo, voc\u00ea est\u00e1 interessado em saber por que o cliente escolhe um determinado plano de pagamento, pergunte a ele por uma pequena pesquisa\u00a0 numa tela pop-up no seu site, e no momento em que ele est\u00e1 fazendo a escolha \u2013 e n\u00e3o numa mensagem por e-mail que s\u00f3 ser\u00e1 lida (se for) dias depois. Fa\u00e7a perguntas abertas, que permitam ao cliente falar o que pensa sobre o assunto. Melhor do que saber que x% dos clientes preferem o plano de pagamento B, \u00e9 ter 100 respostas curtas que explicam por que ele faz essa escolha.<br \/>\n7. VISITAS IN LOCO<br \/>\nReuni\u00f5es, telefonemas, relat\u00f3rios n\u00e3o mostram totalmente quem s\u00e3o os clientes e o que eles querem. \u00c0s vezes, \u00e9 preciso ir at\u00e9 onde eles trabalham, moram e se divertem e observ\u00e1-los interagir com o produto ou servi\u00e7o. Por exemplo, ao trabalhar com a Foundation Medicine, empresa que desenvolve estudos sobre c\u00e2ncer, a equipe do Google Ventures visitou centros oncol\u00f3gicos e observou como os m\u00e9dicos utilizavam os relat\u00f3rios da empresa. Assim, descobriu que, na realidade, estes eram recebidos por fax. Todo a informa\u00e7\u00e3o sofisticada e colorida que a Foundation Medicine utilizava era, portanto, in\u00fatil; e o tamanho da letra era pequeno demais. Problemas f\u00e1ceis de resolver, mas que s\u00f3 poderiam ser percebidos em visitas in loco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte\u00a0<a href=\"http:\/\/www.contadores.cnt.br\/portal\/noticia.php?id=23643&amp;Cat=3&amp;.html\">Contadores<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Planejar cada fun\u00e7\u00e3o de um produto ou servi\u00e7o pode tomar semanas \u2013 ou meses. 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