{"id":8059,"date":"2016-12-13T14:29:27","date_gmt":"2016-12-13T17:29:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.campal.com.br\/site\/app\/webroot\/blog\/?p=3684"},"modified":"2016-12-13T14:29:27","modified_gmt":"2016-12-13T17:29:27","slug":"sobre-a-autossabotagem-por-que-nos-bloqueamos-para-a-real-felicidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/sobre-a-autossabotagem-por-que-nos-bloqueamos-para-a-real-felicidade\/","title":{"rendered":"Sobre a autossabotagem: por que nos bloqueamos para a real felicidade?"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: justify;\">A autossabotagem pode nos deixar tristes, mas pelo menos segura e aben\u00e7oadamente no controle.<\/h2>\n<figure style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" title=\"Embora a felicidade seja, claro, o que todos fundamentalmente queremos, para muitos de n\u00f3s ela n\u00e3o \u00e9 realmente o que conhecemos | &lt;i&gt;Cr\u00e9dito: Pexels\" alt=\"Embora a felicidade seja, claro, o que todos fundamentalmente queremos, para muitos de n\u00f3s ela n\u00e3o \u00e9 realmente o que conhecemos | &lt;i&gt;Cr\u00e9dito: Pexels\" src=\"http:\/\/vocesa.uol.com.br\/orinoco\/media\/\/images\/raw\/2016\/10\/26\/embora-a-felicidade-seja-claro-o-que-todos-fundamentalmente-queremos-para-muitos-de-nos-ela-nao-e-realmente-o-que-conhecemos.jpg\" \/><figcaption>Embora a felicidade seja, claro, o que todos fundamentalmente queremos, para muitos de n\u00f3s ela n\u00e3o \u00e9 realmente o que conhecemos |\u00a0<i>Cr\u00e9dito: Pexels<\/i><\/figcaption><\/figure>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00c9 normal esperar que sempre \u2013 e quase por natureza \u2013 corramos atr\u00e1s de nossa pr\u00f3pria felicidade, especialmente em duas grandes \u00e1reas de poss\u00edvel satisfa\u00e7\u00e3o: relacionamentos e carreiras. Ent\u00e3o, \u00e9 estranho e um tanto enervante descobrir que alguns de n\u00f3s frequentemente parecemos agir como se estiv\u00e9ssemos deliberadamente decididos a arruinar nossas chances de conseguir aquilo que, aparentemente, fomos convencidos a perseguir.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Ao sair para encontros com pretendentes que soam bons, podemos, repentinamente, come\u00e7ar a ter um comportamento desnecessariamente combativo ou antagonista, ao passo que n\u00e3o temos dificuldade em sermos encantadores com tipos dos quais n\u00e3o gostamos tanto.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Ou, em relacionamentos, poder\u00edamos levar nossos parceiros \u00e0 distra\u00e7\u00e3o por meio de acusa\u00e7\u00f5es repetidas e injustificadas ou explos\u00f5es de raiva \u2013 como se estiv\u00e9ssemos, de alguma forma, dispostos a causar o triste dia em que, cansados e frustrados, nossos amados sejam for\u00e7ados a se afastar, ainda solid\u00e1rios, mas incapazes de aguentar tanto drama.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Da mesma forma, poder\u00edamos destruir nossas chances de uma promo\u00e7\u00e3o iminente no trabalho quando, do nada, depois de anos promissores, ficamos irritados com nossos gerentes ou, v\u00e1rias vezes, n\u00e3o entregamos relat\u00f3rios cruciais a tempo para reuni\u00f5es.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Esse comportamento n\u00e3o pode ser explicado como simples m\u00e1 sorte. Merece um termo mais forte e intencional: \u00e9 autossabotagem. O que poderia explicar tal destrutividade?<\/div>\n<div>Em grande parte, \u00e9 por conta do qu\u00e3o enervante a felicidade pode parecer para n\u00f3s, \u00e0s vezes. Embora a felicidade seja, claro, o que todos fundamentalmente queremos, para muitos de n\u00f3s ela n\u00e3o \u00e9 realmente o que conhecemos. Crescemos em cen\u00e1rios muito mais sombrios e aprendemos a nos acostumar com eles. A perspectiva da felicidade, quando ela aparece, pode, portanto, parecer contraintuitiva e um tanto assustadora.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 o que esperamos e n\u00e3o parece confort\u00e1vel. Podemos preferir escolher o que \u00e9 confortavelmente familiar, mesmo que dif\u00edcil, ao que \u00e9 satisfat\u00f3rio ou bom. Conseguir o que queremos pode parecer insuportavelmente arriscado. Isso nos coloca \u00e0 merc\u00ea do destino: n\u00f3s nos abrimos \u00e0 esperan\u00e7a \u2013 e \u00e0 possibilidade subsequente de perda. A autossabotagem pode nos deixar tristes, mas pelo menos segura e aben\u00e7oadamente no controle.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Pode ser \u00fatil manter o conceito de autossabotagem em mente ao interpretar as atitudes mais esquisitas nossas e dos outros. Devemos come\u00e7ar a suspeitar quando nos flagrarmos agindo de forma maluca ou err\u00e1tica perto de pessoas de quem, no fundo, gostamos ou que queremos impressionar.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, ao encarar alguns tipos de crueldade e falta de confiabilidade nos outros, dever\u00edamos ousar imaginar que as coisas, talvez, n\u00e3o sejam exatamente o que parecem; podemos ter em m\u00e3os n\u00e3o um oponente mal\u00e9volo e virulento, mas um autossabotador quase comoventemente ferido \u2013 que merece, principalmente, um pouco de paci\u00eancia e deve ser gentilmente guiado a parar de se prejudicar ainda mais.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Devemos fazer as pazes com, e ajudar os outros a ver, o qu\u00e3o dif\u00edcil e enervante pode ser, \u00e0s vezes, chegar perto do que realmente queremos.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Fonte: Voc\u00ea S.A.<\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A autossabotagem pode nos deixar tristes, mas pelo menos segura e aben\u00e7oadamente no controle. Embora a felicidade seja, claro, o que todos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3737,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"iawp_total_views":0,"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[],"class_list":["post-8059","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-campal"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8059","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8059"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8059\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8059"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8059"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8059"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}