{"id":8230,"date":"2019-10-06T21:39:26","date_gmt":"2019-10-07T00:39:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/app\/webroot\/blog\/?p=5350"},"modified":"2019-10-06T21:39:26","modified_gmt":"2019-10-07T00:39:26","slug":"empresas-familiares-brasileiras-comecam-a-investir-em-governanca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/empresas-familiares-brasileiras-comecam-a-investir-em-governanca\/","title":{"rendered":"Empresas familiares brasileiras come\u00e7am a investir em governan\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<p>Grande maioria entre as empresas brasileiras, as companhias de capital fechado, principalmente familiares, come\u00e7am a se preocupar com a implementa\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de governan\u00e7a corporativa. A pesquisa M\u00e9trica de Governan\u00e7a Corporativa &#8211; Os caminhos trilhados pelas empresas de capital fechado, realizada pelo Instituto Brasileiro de Governan\u00e7a Corporativa (IBGC) e pela PwC, aponta que, em geral, essas empresas encontram-se no est\u00e1gio &#8220;inicial&#8221; de desenvolvimento em governan\u00e7a, mas interessadas no assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado demonstra, ainda, que elas passaram do est\u00e1gio chamado &#8220;embrion\u00e1rio&#8221;, mas ainda t\u00eam um longo caminho pela frente para dar conta das diretrizes contidas nos est\u00e1gios &#8220;intermedi\u00e1rio&#8221; e &#8220;avan\u00e7ado&#8221;. A pontua\u00e7\u00e3o m\u00e9dia obtida pelas mais de 200 participantes foi 34,6 (a escala vai de 0 a 100).<\/p>\n\n\n\n<p>Se agrupadas por tipo de controlador, as estatais t\u00eam a melhor pontua\u00e7\u00e3o: 45,2. Elas est\u00e3o \u00e0 frente das empresas de controle familiar e das de capital compartilhado, muito gra\u00e7as \u00e0 entrada em vigor da Lei das Estatais, que passou a exigir o cumprimento ao menos no papel de ferramentas de governan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Participaram da autoavalia\u00e7\u00e3o empresas de diferentes portes de 21 estados das cinco regi\u00f5es do Pa\u00eds e atuantes em diversos setores &#8211; da ind\u00fastria ao setor de educa\u00e7\u00e3o e ensino, passando pela metalurgia, servi\u00e7os financeiros, dentre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado pode ainda n\u00e3o ser o ideal, mas, para o IBGC, serve de um claro sinal de que essas companhias tamb\u00e9m est\u00e3o interessadas em se adaptar aos novos tempos e a n\u00e3o ficarem estagnadas. O presidente do conselho de administra\u00e7\u00e3o do IBGC, Henrique Luz, salienta que h\u00e1 uma percep\u00e7\u00e3o de crescimento no interesse em realizar um planejamento sucess\u00f3rio e, talvez, em um futuro pr\u00f3ximo, em abrir capital para a capta\u00e7\u00e3o de recursos mais baratos do que junto aos bancos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;S\u00e3o empresas em que os herdeiros come\u00e7am a assumir ou a se preparar para estar no controle. Eles v\u00eam mais preocupados com a governan\u00e7a e chegam com experi\u00eancias que lhes d\u00e3o a seguran\u00e7a e certeza de que abrir capital n\u00e3o \u00e9 algo t\u00e3o complicado e inating\u00edvel quanto parecia ser&#8221;, destaca Luz.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 pouco tempo a ado\u00e7\u00e3o dessas diretrizes eram foco apenas das empresas de capital aberto, listadas na Bolsa de Valores. No Brasil, a pr\u00e1tica de governan\u00e7a entre essas organiza\u00e7\u00f5es foi estimulada ainda no come\u00e7o dos anos 2000 atrav\u00e9s da determina\u00e7\u00e3o de que para ter os papeis negociados no Novo Mercado da B3 (antiga Bovespa) deveria ser seguido um padr\u00e3o de governan\u00e7a corporativa altamente diferenciado.<\/p>\n\n\n\n<p>Elas ainda s\u00e3o o principal foco do trabalho do IBGC, pois mant\u00eam conselhos de administra\u00e7\u00e3o atuantes e precisam contar com ferramentas de transpar\u00eancia e compliance sempre muito consolidadas. Por\u00e9m, o instituto come\u00e7ou, principalmente desde 2018, a voltar-se tamb\u00e9m \u00e0s companhias menores.<\/p>\n\n\n\n<p>A fim de refletir sobre a realidade dessas empresas, vem sendo realizada a M\u00e9trica de Governan\u00e7a Corporativa, uma ferramenta de autoavalia\u00e7\u00e3o para as empresas de capital fechado, lan\u00e7ada em 2018. De l\u00e1 para c\u00e1, conforme o gerente de Conte\u00fado e Pesquisa do IBGC, Luiz Martha, o n\u00famero de empresas que responderam \u00e0 pesquisa online aumentou, o que denota um crescimento tamb\u00e9m no n\u00famero de organiza\u00e7\u00f5es que iniciaram o processo no \u00faltimo ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados da pesquisa foram apresentados durante o 20\u00ba Congresso IBGC, em S\u00e3o Paulo, e indicam tamb\u00e9m que as empresas familiares em um ciclo geracional mais avan\u00e7ado s\u00e3o as que mais frequentemente incorporam pr\u00e1ticas de governan\u00e7a. O desafio que est\u00e1 posto \u00e9 que as boas pr\u00e1ticas de governan\u00e7a permeiem tamb\u00e9m empresas sob a gest\u00e3o da primeira gera\u00e7\u00e3o, de forma que empresa e fam\u00edlia capturem os benef\u00edcios da boa governan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 64,2% da amostra o fundador atua na empresa e em 82,1% das empresas o diretor-presidente \u00e9 um membro da fam\u00edlia controladora. A exist\u00eancia de um conselho de administra\u00e7\u00e3o estatut\u00e1rio \u00e9 mais frequente entre as empresas que est\u00e3o na terceira gera\u00e7\u00e3o e em que o fundador n\u00e3o est\u00e1 mais atuando. Na segunda gera\u00e7\u00e3o h\u00e1 um percentual maior de conselhos apenas consultivos.<\/p>\n\n\n\n<p>A presen\u00e7a de um conselheiro independente ocorre com mais frequ\u00eancia entre as grandes empresas e entre aquelas em que o fundador n\u00e3o est\u00e1 mais atuando. Conflitos familiares s\u00e3o apontados como o principal motivo para a sa\u00edda de s\u00f3cios das empresas pesquisadas, enquanto a &#8220;profissionaliza\u00e7\u00e3o&#8221; da gest\u00e3o e a expans\u00e3o do neg\u00f3cio s\u00e3o os principais motivos para a entrada de novos s\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os motivos que levaram as empresas a discutir as quest\u00f5es de governan\u00e7a, aprimorar o modelo de gest\u00e3o foi o mais recorrente, tendo sido assinalado por 67,4% das empresas. Somente 10% das empresas que responderam a autoavalia\u00e7\u00e3o afirmaram nunca ter discutido a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de governan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Das fam\u00edlias pesquisadas, 73,1% t\u00eam pelo menos uma estrutura de governan\u00e7a familiar, sendo a mais comum a reuni\u00e3o ou assembleia familiar. Apenas 48% das fam\u00edlias elaboraram um documento que disciplina a rela\u00e7\u00e3o entre a fam\u00edlia e o neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>Analisadas separadamente, observa-se uma tend\u00eancia de maior ado\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas de governan\u00e7a diretamente proporcional ao faturamento das companhias. Quanto maior o faturamento, melhor o est\u00e1gio de governan\u00e7a da companhia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornaldocomercio.com\/_midias\/jpg\/2019\/09\/24\/tabelacontabeis-8850925.jpg\" alt=\"{'nm_midia_inter_thumb1':'https:\/\/www.jornaldocomercio.com\/_midias\/jpg\/2019\/09\/24\/206x137\/1_tabelacontabeis-8850925.jpg', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'5d8a27957479a', 'cd_midia':8850925, 'ds_midia_link': 'https:\/\/www.jornaldocomercio.com\/_midias\/jpg\/2019\/09\/24\/tabelacontabeis-8850925.jpg', 'ds_midia': 'Tabela JC Contabilidade - 25 de setembro de 2019', 'ds_midia_credi': 'REPRODU\u00c7\u00c3O\/JC', 'ds_midia_titlo': 'Tabela JC Contabilidade - 25 de setembro de 2019', 'cd_tetag': '1', 'cd_midia_w': '584', 'cd_midia_h': '182', 'align': 'Left'}\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Companhias abertas adotam 51% das boas pr\u00e1ticas recomendadas pela CVM<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornaldocomercio.com\/_midias\/jpg\/2019\/09\/19\/img_9771-8848160.jpg\" alt=\"Camargo diz que transpar\u00eancia precisa ser adotada de forma cont\u00ednua\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Camargo diz que transpar\u00eancia precisa ser adotada de forma cont\u00ednua<\/h3>\n\n\n\n<p>\/IBGC\/Divulga\u00e7\u00e3o\/jc<\/p>\n\n\n\n<p>As companhias brasileiras de capital aberto adotam, em m\u00e9dia, 51,1% das pr\u00e1ticas recomendadas pelo C\u00f3digo Brasileiro de Governan\u00e7a Corporativa para as companhias de capital aberto. A taxa \u00e9 resultado da an\u00e1lise quantitativa dos informes de governan\u00e7a 2019, documento que passou a ser entregue este ano por todas as companhias registradas na categoria A da Instru\u00e7\u00e3o 480 da Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios (CVM). As companhias mais l\u00edquidas da bolsa (95 ao todo) estrearam a entrega do informe de governan\u00e7a ainda em 2018. Entre elas, a taxa de ader\u00eancia subiu de 64,6% para 67,6%.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o gerente de Advocacy do IBGC, realizador da pesquisa ao lado da EY e TozziniFreire Advogados, Danilo Greg\u00f3rio, a melhora &#8220;\u00e9 sinal de evolu\u00e7\u00e3o e de que o modelo &#8216;pratique ou explique&#8217;, em alguns casos, est\u00e1 cumprindo seu papel de promover a reflex\u00e3o cont\u00ednua sobre as pr\u00e1ticas de governan\u00e7a adotadas&#8221;. O modelo Pratique ou Explique foi escolhido para ser adotado no Brasil. Nele, as companhias t\u00eam a oportunidade de informar ao mercado se seguem as pr\u00e1ticas recomendas ou n\u00e3o -podendo justificar o porqu\u00ea de n\u00e3o adot\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento apontou que as companhias integrantes do Novo Mercado n\u00e3o se diferenciam das listadas nos demais segmentos especiais. A taxa de ader\u00eancia m\u00e9dia das empresas do segmento foi de 60%, igual \u00e0 do N\u00edvel 1 e ligeiramente abaixo do N\u00edvel 2 (62%). A pesquisa evidenciou ainda a diversidade das companhias brasileiras quando o assunto \u00e9 governan\u00e7a corporativa. A partir dos 338 informes analisados, identificou-se que a empresa de melhor desempenho cumpre 98% das recomenda\u00e7\u00f5es e a de pior, 8,7%.<\/p>\n\n\n\n<p>A gerente s\u00eanior de consultoria da EY, Denise Giffoni, refor\u00e7a a import\u00e2ncia de estruturar um processo para revis\u00e3o de pr\u00e1ticas de Governan\u00e7a Corporativa como um exerc\u00edcio constante de avalia\u00e7\u00e3o com o conselho, comit\u00eas e alta gest\u00e3o. &#8220;J\u00e1 observamos um avan\u00e7o das companhias que preencheram o informe pelo segundo ano, com maior ader\u00eancia \u00e0s pr\u00e1ticas mais processuais e formaliza\u00e7\u00e3o. H\u00e1 espa\u00e7o para discuss\u00e3o do aprimoramento de estruturas e suporte \u00e0 tomada de decis\u00e3o&#8221;, ressaltou Denise.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, ela chama aten\u00e7\u00e3o para o fato de que os pontos menos praticados pelas companhias, ou seja, em que foram encontrados menor ader\u00eancia, dizem respeito \u00e0 gest\u00e3o de pessoas. &#8220;Isso traz o questionamento: como a companhia est\u00e1 preparada para lidar com a tomada de decis\u00e3o? Como est\u00e1 lidando com a diversidade?&#8221;, salientou Denise.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O informe entra para valer na agenda das companhias abertas. Trata-se de uma reflex\u00e3o que precisa acontecer de forma cont\u00ednua, de modo a garantir a evolu\u00e7\u00e3o em termos de transpar\u00eancia e de comunica\u00e7\u00e3o com o mercado&#8221;, diz o s\u00f3cio do TozziniFreire Advogados, Andr\u00e9 Camargo.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, conforme os especialistas, a submiss\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es este ano foi deixada para a \u00faltima hora pelas companhias em geral. A Instru\u00e7\u00e3o 480 da CVM prev\u00ea multa para quem n\u00e3o entregar o relat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conhe\u00e7a os princ\u00edpios b\u00e1sicos<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Transpar\u00eancia &#8211;&nbsp;<\/strong>Consiste no desejo de disponibilizar para as partes interessadas as informa\u00e7\u00f5es que sejam de seu interesse e n\u00e3o apenas aquelas impostas por disposi\u00e7\u00f5es de leis ou regulamentos. N\u00e3o deve restringir-se ao desempenho econ\u00f4mico-financeiro, contemplando tamb\u00e9m os demais fatores (inclusive intang\u00edveis) que norteiam a a\u00e7\u00e3o gerencial e que conduzem \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o e \u00e0 otimiza\u00e7\u00e3o do valor da organiza\u00e7\u00e3o;<\/li><li><strong>Equidade &#8211;&nbsp;<\/strong>Caracteriza-se pelo tratamento justo e ison\u00f4mico de todos os s\u00f3cios e demais partes interessadas (stakeholders), levando em considera\u00e7\u00e3o seus direitos, deveres, necessidades, interesses e expectativas;<\/li><li><strong>Presta\u00e7\u00e3o de contas (accountability) &#8211;&nbsp;<\/strong>Os agentes de governan\u00e7a devem prestar contas de sua atua\u00e7\u00e3o de modo claro, conciso, compreens\u00edvel e tempestivo, assumindo integralmente as consequ\u00eancias de seus atos e omiss\u00f5es e atuando com dilig\u00eancia e responsabilidade no \u00e2mbito dos seus pap\u00e9is;<\/li><li><strong>Responsabilidade corporativa &#8211;&nbsp;<\/strong>Os agentes de governan\u00e7a devem zelar pela viabilidade econ\u00f4mico-financeira das organiza\u00e7\u00f5es, reduzir as externalidades negativas de seus neg\u00f3cios e suas opera\u00e7\u00f5es e aumentar as positivas, levando em considera\u00e7\u00e3o, no seu modelo de neg\u00f3cios, os diversos capitais (financeiro, manufaturado, intelectual, humano, social, ambiental, reputacional, etc.) no curto, m\u00e9dio e longo prazos.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Para especialista, \u00e9tica tem que fazer parte de processos corporativos<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornaldocomercio.com\/_midias\/jpg\/2019\/09\/19\/hara3992-8848166.jpg\" alt=\"Lauretti defende que \u00e9 necess\u00e1ria a valoriza\u00e7\u00e3o de outros capitais que n\u00e3o apenas o financeiro\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Lauretti defende que \u00e9 necess\u00e1ria a valoriza\u00e7\u00e3o de outros capitais que n\u00e3o apenas o financeiro<\/h3>\n\n\n\n<p>\/IBGC\/Divulga\u00e7\u00e3o\/jc<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A \u00e9tica n\u00e3o pode ser entendida como a ant\u00edtese da corrup\u00e7\u00e3o. N\u00e3o devemos tomar a corrup\u00e7\u00e3o como refer\u00eancia para discuti-la por raz\u00f5es muito simples: corrup\u00e7\u00e3o \u00e9 assunto para justi\u00e7a e n\u00e3o para \u00e9tica&#8221;, afirmou um dos maiores especialistas em governan\u00e7a corporativa, fundador e instrutor do IBGC, L\u00e9lio Lauretti. Confiante de que a corrup\u00e7\u00e3o est\u00e1 em processo de extin\u00e7\u00e3o com seus alicerces ruindo ele mant\u00e9m o otimismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 melhora no ambiente de neg\u00f3cios brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Lauretti destaca que n\u00e3o existe o sigilo absoluto, a cumplicidade entre os infratores \u00e9 relativa e uso de papel moeda est\u00e1 diminuindo. A impunidade tamb\u00e9m \u00e9 menor. &#8220;A \u00e9tica est\u00e1 crescendo, muito favorecida pelo maravilhoso sistema de comunica\u00e7\u00e3o&#8221;, disse Lauretti.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A governan\u00e7a corporativa \u00e9 a continuidade do trabalho da gest\u00e3o empresarial acrescido de princ\u00edpios \u00e9ticos&#8221;, afirmou Lauretti. Para ele, a \u00e9tica se materializa nos princ\u00edpios da governan\u00e7a e a transpar\u00eancia favorece o combate \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre as recentes mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas e a substitui\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es humanas, Lauretti \u00e9 categ\u00f3rico ao afirmar que n\u00e3o se tratam de posturas adequadas. Segundo o especialista, n\u00e3o se pode confundir vidas humanas com estat\u00edstica.<\/p>\n\n\n\n<p>A maximiza\u00e7\u00e3o de receitas com a substitui\u00e7\u00e3o do trabalho das empresas por m\u00e1quinas gerando o desemprego das pessoas n\u00e3o \u00e9 algo correto, segundo Lauretti. &#8220;As empresas existem por que recebem apoio de diversas formas e devem retribuir isso. Voc\u00ea tem que considerar outros capitais que n\u00e3o apenas o financeiro, dentre eles, o capital humano&#8221;, frisou.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Jornal do Com\u00e9rcio<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grande maioria entre as empresas brasileiras, as companhias de capital fechado, principalmente familiares, come\u00e7am a se preocupar com a implementa\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5669,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"iawp_total_views":2,"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[],"class_list":["post-8230","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-campal"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8230","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8230"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8230\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5669"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8230"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8230"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.campal.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8230"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}