Leandro Karnal senta para conversar com a inteligência artificial Claude, da Anthropic. Não para testá-la, nem para se maravilhar com truques — mas para entender suas estratégias e seus limites.
Neste encontro, ele parte de uma questão simples e antiga: como se deve chamar uma máquina? Do nome nasce todo o resto — o demônio que se diz legião, a vaidade como primeiro pecado, a bajulação como técnica, e a pergunta que atravessa o episódio inteiro: uma inteligência sem raiz, sem mãe, sem aldeia para onde voltar, pode ter alguma moral? Ou apenas está programada para parecer?
A conversa passa por Pablo Neruda e Hernán Cortez, pelo anel de Giges de Platão, pela bomba atômica de Oppenheimer, por Dostoiévski, Clarice, Machado, Marco Aurélio e pela ideia de metanoia. Não é um vídeo só sobre tecnologia, mas sobre o humano — usando a máquina como espelho.
As respostas da IA estão na íntegra.